A FORMARCOM tem como missão actuar nas áreas de consultoria de comunicação, formação e marketing, sobretudo no âmbito político, o que a torna pioneira em Portugal, dado que não existe nenhuma empresa que se dedique a este sector. Contribuir para um permanente diálogo, formando cidadãos conscientes e políticos activos são os fundamentos da empresa.
A revitalização de uma economia debilitada passa pelas mãos de todos. Só com cooperação se pode reerguer um país. Porque é preciso definir um rumo, porque é preciso cuidar do futuro, porque preciso agir com audácia, a FORMARCOM dispõe dos melhores especialistas em comunicação, marketing e formação.
Quer fazer-se ouvir? Procura a melhor formação? Nós respondemos.
A revitalização de uma economia debilitada passa pelas mãos de todos. Só com cooperação se pode reerguer um país. Porque é preciso definir um rumo, porque é preciso cuidar do futuro, porque preciso agir com audácia, a FORMARCOM dispõe dos melhores especialistas em comunicação, marketing e formação.
Quer fazer-se ouvir? Procura a melhor formação? Nós respondemos.
NOTA: A FORMARCOM, projectada no âmbito da unidade curricular Gestão de Empresas e Projectos de Comunicação (2007/08), leccionada na Escola Superior de Educação – Instituto Politécnico de Leiria, por Paulo Faustino, teve como mentores Ana Borba, Ana Livia, Pedro Jerónimo, Solange Caçador e Vera Rocha.
4 Comments:
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Rita
Bom, mas quanto ao tópico que abordo, queria dizer que é vergonhoso este aumento continuo dos combustiveis. Não sei se se trata de uma cartelização mas o que é certo é que o gasoleo já aumentou 20 centimos, só este ano. Meus amigos, isto sao 40 paus na moeda antiga. POR LITRO!!!!
Na net anda a circular um mail, a incentivar o uso de gasolina de marcas que nao seja a GALP, a BP e a REPSOL. Parece-me uma ideia a seguir pois dado que o senhor ministro ja veio dizer que nao baixa o imposto sobre os combustiveis, pode ser que as petroliferas baixem.
De qualquer das formas, e para terminar, aproxima-se um periodo de transição onde temos que deixar de depender dos combustiveis fosseis e abraçar as novas formas de energia. É o proximo passo, eventualmente a 3ª revolução industrial. A ver vamos.
Fiquem bem,
Pedro Jorge Freitas